quarta-feira, 1 de junho de 2011

Reino Monera (bacterias)

As bactérias são seres unicelulares aclorofilados, microscópicos, que se produzem por divisão binária. Elas são células esféricas ou em forma de bastonetes curtos com tamanhos variados, alcançando às vezes micrômetros linearmente. Na maioria das espécies, a proteção da célula é feita por uma camada extremamente resistente, a parede celular, havendo imediatamente abaixo uma membrana citoplasmática que delimita um único compartimento contendo DNA, RNA, proteínas e pequenas moléculas.

Formas de bactérias

As formas básicas das bactérias podem ser divididas em três: esféricas, cocos, bacilos, espiroquetas que são bactérias de formato espiralado.

Tipos de doenças

Faringite- É uma inflamação na garganta (faringe), é causada mais por vírus, mas também é por bactérias. A faringite pode ocorrer em infecções virais (resfriado, gripe) e em infecções bacterianas.

Escarlatina- É contagiosa, caracterizada pelo aparecimento de feridas, inflamação da garganta, febre... Atinge crianças entre os 5 e 10 anos.

Leptospirose- causada pela Leptospira interrogans, é transmitida pela água, alimentos e objetos contaminados por urina de ratos, cães e outros animais portadores da bactéria. Há febre alta, calafrios, dores de cabeça e dores musculares e articulares. É necessário atendimento médico para evitar complicações renais e hepáticas.

Cólera: doença causada pela bactéria Vibrio cholerae (vibrião colérico), que se instala e se multiplica na parede do intestino delgado, produzindo substâncias tóxicas e provocando uma forte diarréia. As fezes são aquosas e esbranquiçadas (parecendo água de arroz), sem muco ou sangue. Ocorrem também cólicas abdominais, dores no corpo, náuseas e vômitos.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Conhecimento Cientifico e Senso Comum

Entende-se por conhecimento científico a metodologia usada por cientistas na busca do conhecimento em uma definição mais precisa: um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novos conceitos, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes. 

O método começa com a observação por parte do cientista, ele detecta algo a ser investigado (fenômeno físico ou químico) e parte para a problematização, o porquê do acontecimento. Surge então uma hipótese (uma resposta) para o fenômeno, esta deve ser embasada em ciência de qualidade. Se a hipótese for aprovada pela comissão julgadora (formada por cientistas) ela se transforma em lei, como ocorreu com a lei de Lavoisier. 





O senso comum é visto como a compreensão de todas as coisas por meio do saber social, ou seja, é o saber que se adquire através de experiências vividas ou ouvidas do cotidiano. Engloba costumes, hábitos, tradições, normas, éticas e tudo aquilo que se necessita para viver bem. 


No senso comum não é necessário que haja um parecer científico para que se comprove o que é dito, é um saber informal que se origina de opiniões de um determinado indivíduo ou grupo que é avaliado conforme o efeito que produz nas pessoas. É um saber imediato, subjetivo, heterogêneo e acrítico, pois se conforma com o que é dito para se realizar, utiliza várias idéias e não busca conhecimento científico para ser comprovado. 

A arte pré-colombiana

Mais precisamente na noite de 11 para 12 de outubro de 1492, depois de 70 dias de navegação sobre o oceano que se denomina ATLÂNTICO, em homenagem a um belíssimo e antigo continente que fora tragado pelas águas, Cristóvão Colombo, o Descobridor, com seus homens, à beira do desânimo e desespero, avistaram finalmente terras.
Ao alvorecer nesse festejado dia 12 de outubro as três caravelas lançaram âncoras no mar com suas grossas e pesadas correntes numa baía silenciosa de beleza indescritível; e de imediato em nome da coroa de Castela da Espanha um “Escrivão” lavrava a escritura de posse daquela bela região, imaginando que lá não haveria ninguém, que lá não habitasse ninguém, que lá não fosse berço principalmente das mais espetaculares civilizações da face da Terra.
Junto com o ranger das correntes das caravelas que faziam descer as âncoras, profetizava-se o grande sangue que iria correr por aquelas plagas que os povos da cultura ocidental com certeza se admirariam.
Entretanto, o interesse era somente o ouro e escravidão. Os homens de Colombo pisoteando num conhecimento maravilhoso de milênios buscavam as riquezas para seus reis e rainhas. Primeiramente 509 bravos guerreiros maias foram capturados e levados para Sevilha e sendo vendidos a bom preço de ouro. O negócio tinha sido tão vantajoso que esse senhor chamado Colombo retornou outras vezes para buscar escravos, justificando seus atos como que esses seres maravilhosos fossem descendentes de Caim e Seth, e por isso não mereciam o respeito dos “cristãos” que estavam chegando. Foi necessária, anos mais tarde, uma bula do Papa Paulo III para reconhecê-los como gente, impedindo de dizimá-los de vez

Matematica-Equacoes do primeiro grau


  Equação é toda sentença matemática aberta que exprime uma relação de igualdade. A palavra equação tem o prefixo equa, que em latim quer dizer "igual". Exemplos:
2x + 8 = 0
5x - 4 = 6x + 8
3a - b - c = 0
Não são equações:
4 + 8 = 7 + 5   (Não é uma sentença aberta)
x - 5 < 3   (Não é igualdade)
   (não é sentença aberta, nem igualdade)
A equação geral do primeiro grau:
ax+b = 0
onde a e b são números conhecidos e a > 0, se resolve de maneira simples: subtraindo b dos dois lados, obtemos:
ax = -b
dividindo agora por a (dos dois lados), temos:
  
  
   Considera a equação 2x - 8 = 3x -10
   A letra é a incógnita da equação. A palavra incógnita significa " desconhecida".
   Na equação acima a incógnita é x; tudo que antecede o sinal da igualdade denomina-se 1º membro, e o que sucede, 2º membro.

                
   Qualquer parcela, do 1º ou do 2º membro, é um termo da equação.

Equação do 1º grau na incógnita x é toda equação que pode ser escrita na forma ax=b, sendoa e b números racionais, com a diferente de zero. 

Portugues-Sujeito e predicado

Sujeito: é o termo da oração que funciona como suporte de uma afirmação feita através do predicado.

Predicado: é o termo da oração que, através de um verbo, projeta alguma afirmação sobre o sujeito. 

Exemplo:
A pequena criança
me contou a novidade com alegria no olhar.
Sujeito
Predicado

Para ajudar a localizar o sujeito há três critérios: 

• Concordância: o verbo está sempre na mesma pessoa e número que o seu sujeito; 
• Posição: normalmente, o sujeito precede o verbo e, mesmo que venha depois, pode ser transposto naturalmente para antes; 
• Permutação: quando o núcleo do sujeito é um substantivo, pode ser permutado pelos pronomes ele, ela, eles, elas. 


Tipos de sujeito 

• Sujeito determinado: ocorre quando a terminação do verbo e o contexto permitem: 

- reconhecer que existe um elemento ao qual o predicado se refere; 

- indicar quem é esse elemento. 

Exemplo: A carrocinha levou meu cachorro. 

O sujeito determinado pode ainda ser subclassificado como: 

Sujeito determinado simples: aquele que tem apenas um núcleo. 

Exemplo: A mãe levantou-se aborrecida. 

Sujeito determinado composto: aquele que tem mais de um núcleo. 

Exemplo: Arroz e feijão não saíam de nossos pratos. 

O sujeito determinado pode não ocorrer explícito na oração. Há quem costume classificá-lo como: 

- sujeito determinado implícito na desinência verbal; 

- sujeito elíptico; 

- sujeito oculto; 

Exemplo: Vou ao cinema na sessão das dez. 
(sujeito = eu – implícito na desinência verbal) 

• Sujeito indeterminado: ocorre quando a terminação do verbo e o contexto permitem reconhecer que: 

- existe um elemento ao qual o predicado se refere, mas 

- não é possível identificar quem é, nem quantos são esses elementos. 

Exemplo: Chegaram da festa tarde demais. 

Há duas maneiras de se indeterminar o sujeito: 

- pode-se colocar o verbo na terceira pessoa do plural, sem referência a nenhum antecedente; 

Exemplo: Dizem péssimas coisas sobre você. 

- justapondo-se o pronome se – índice de indeterminação do sujeito – ao verbo na terceira pessoa do singular. 

Exemplo: Precisa-se de balconista. 

* Quando o verbo está na terceira pessoa do plural, fazendo referência a elementos antecedentes, o sujeito classifica-se como determinado. 

Exemplo: A sua família não te respeita. Dizem péssimas coisas sobre você. 

* É preciso não confundir a classificação do sujeito em frases aparentemente equivalentes como as que seguem: 

Exemplos: Discutiu-se o fato. 

Discordou-se do fato. 

Na primeira, o sujeito é determinado; na segunda é indeterminado. 

Para compreender a diferença entre um caso e outro, é preciso levar em conta que o pronome sepode funcionar como: 

• Partícula apassivadora: nesse caso, sempre há na frase um sujeito determinado; 

• Índice de indeterminação do sujeito: nesse caso, o sujeito é indeterminado. 

Se – Partícula apassivadora 

Quando o pronome se funciona como partícula apassivadora, ocorre a seguinte estrutura: 

• Verbo na terceira pessoa (singular e plural) 

• Pronome se; 

• Um substantivo (ou palavra equivalente) não precedido de preposição; 

• É possível a transformação na voz passiva com o verbo ser (voz passiva analítica). 

Exemplo:
Contou
se
verbo na 3ª pessoa
pronome
substantivo sem preposição.


Transformação:
Foi contadaa história.
voz passiva analítica (com o verbo ser)  


A análise da frase anterior será então a seguinte:
Contou
se
a história.
Voz passiva sintética ou pronominal
partícula apassivadora
sujeito determinado simples


Se – Índice de indeterminação do sujeito 

Quando o pronome se funciona como índice de indeterminação do sujeito, ocorre esta estrutura: 

• Verbo na terceira pessoa do singular; 

• Pronome se; 

• Não ocorre um substantivo sem preposição que possa ser colocado como sujeito do verbo na voz passiva analítica. 

Exemplo:
Falou
se
da história.
verbo na 3ª pessoa do singular
pronome
substantivo com preposição


Transformação na voz passiva analítica – não é possível. A frase terá então a seguinte análise:
?
falou
se
da história
sujeito indeterminado
verbo na voz ativa
índice de indeterminação do sujeito
objeto


• Sujeito inexistente: ocorre quando simplesmente não existe elemento ao qual o predicado se refere. 

Exemplo: Choveu durante o dia. 

O verbo que não tem sujeito chama-se impessoal e os verbos impessoais mais comuns são os seguintes: 

- haver: no sentido de existir, acontecer e na indicação de tempo passado. 

Exemplo: Houve poucas reclamações. 

- fazer: na indicação de tempo passado e de fenômenos da natureza. 

Exemplo: Faz dois anos que te perdi. 

- ser: na indicação de tempo e distância. 

Exemplo: É dia. 

- todos os verbos que indicam fenômenos da natureza; 

Exemplo: Nevou durante a madrugada. 
Choveu muito durante o dia

Historia-America e o mundo

 continente americano pode ser compreendido como um local marcado por duas histórias. A primeira delas, ainda pouco explorada, remete-se à compreensão da trajetória dos povos que habitaram e formaram as diversas civilizações e constituíram as primeiras civilizações no continente. A segunda, tardia e ao mesmo tempo majoritária, fala de um local descoberto pelo espírito empreendedor dos europeus que “descobriram” as terras americanas no final do século XV. 

A partir desse momento de encontro e conflito entre culturas – que ao longo do tempo envolveu europeus, índios e africanos – a identidade do continente americano tornou-se uma grande resposta sem conclusão. Vários projetos e movimentos intelectuais tentaram redigir uma proposta final capaz de trazer um espírito de comunhão ao tão extenso continente. Entre a europeização, o nativismo e a mestiçagem, os debates ainda tentam refletir a condição do americano e sua história. 

O chamado “passado colonial” parece justificar diversas questões do presente. A subordinação sócio-econômica, a miséria, a violência e a corrupção são traços de uma perspectiva que traz a subordinação como condição constante nas diversas questões que envolvem o povo americano. No entanto, outros historiadores e filósofos procuram superar esse passado construído a partir de um olhar um pouco mais sensível à forma que conseguimos responder as nossas experiências e desafios. 

Recentes pesquisas  apontam o continente americano enquanto um espaço culturamente híbrido. Em certa medida, formamos um caráter próprio de nossos hábitos e instituições. Sem amenizar os problemas enfrentados, essa nova corrente de compreensão histórica abandona a idéia sobre a presença de um “passado colonial” para pensar que o continente americano possui problemas e soluções elaborados de forma autônoma. Dessa forma, a América é um local único que não encerra sua dinâmica histórica na imitação do europeu civilizado ou na pureza do nativo libertado.

geografia-Amazonia Legal

A Amazônia Brasileira passou a ser chamada de Amazônia Legal, fruto de um conceito político e não de um imperativo geográfico. Foi a necessidade do governo de planejar e promover o desenvolvimento da região. Os Estados que compõe a Amazônia Legal são: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão (oeste do meridiano de 44º).
PROCESSO DE POVOAMENTO
A Amazônia Legal, construção geopolítica estabelecida, em 1966, para fins de planejamento regional, possui uma extensão de 5.109.812 Km², correspondente a cerca de 60% do território nacional, e abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão a oeste do meridiano 44º. Em que pese sua grande extensão territorial, o efetivo demográfico da Região é de 21.056.532 habitantes, ou seja, 12,4% da população nacional, o que lhe confere a menor densidade demográfica do País – 4,14hab/km². (PROJEÇÃO 1)
Historicamente, a dinâmica demográfica da Amazônia esteve sempre condicionada aos períodos de prosperidade e decadência por ela experimentado, que eram acompanhados de fluxos e refluxos de população, fruto de sua frágil base econômica de natureza extrativista.A partir de 1970, contudo, com a implementação, na Amazônia, de um conjunto de políticas de desenvolvimento, imprime-se uma nova configuração ao seu processo de ocupação econômica e demográfica.Nesse sentido, o padrão de povoamento regional, tradicionalmente fundamentado na circulação fluvial, sofreu alterações estruturais substantivas, nas três últimas décadas, como decorrência do processo de ocupação econômica verificado. As rodovias atraíram o povoamento para a terra firme e para novas áreas, abrindo grandes clareiras na floresta e, sob o influxo da nova circulação, a Amazônia se urbanizou e se industrializou, embora com sérios problemas sociais e ambientais. A várzea e a terra firme, elementos históricos de organização da vida regional, embora esmaecidos, permanecem como pano de fundo.Duas características marcantes devem ser ressaltadas em relação à ocupação do espaço regional: a) o padrão linearNa Amazônia, a integração terrestre e fluvial do território tendeu a formar eixos de transporte e infra-estrutura, ao longo e em torno dos quais se concentram investimentos públicos e privados.
Esses eixos acabam definindo um macrozoneamento da Região e neles se concentram a população, os migrantes e os núcleos urbanos, verificando-se forte pressão sobre o meio ambiente. Tal macrozoneamento também conforma grandes espaços entre os eixos, domínio de terras indígenas, Unidades de Conservação e populações extrativistas e ribeirinhas isoladas; 
O adensamento de estradas no leste do Pará, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Rondônia compõem um grande arco de povoamento. Essa faixa acompanha a borda da floresta, justamente onde se implantaram as estradas e se situa o cerne da economia regional, à exceção da Zona Franca de Manaus e alguns projetos minerais.
 CARACTERÍSTICAS GERAIS DA POPULAÇÃO
No período 1970/2000, a população amazônica quase triplicou, evoluindo de, aproximadamente, 7,3 para 21 milhões de habitantes, em decorrência das elevadas taxas anuais de crescimento experimentadas, sempre superior à média brasileira, mas que se mostram declinantes ao longo das três últimas décadas - 4,38% a.a, em 1970/80, 3,30%, em 1980/91 e 2,26%, em 1991/2000. Essa tendência manifesta-se em quase todas as Unidades Federadas, à exceção do Amapá, que registrou taxas crescentes e elevadas de incremento populacional, que atingiu 5,71%a.a, no interstício 1991/2000, como resultado de fluxos imigratórios em direção ao Estado. (PROJEÇÃO 2) A distribuição da população entre os Estados mantém o seu perfil concentrador, embora mais atenuado, localizando-se cerca de 70% do total de habitantes em apenas três Estados - Pará (29,41%); Maranhão (26,84%) e Amazonas (13,36%). Ressalta-se, todavia, que o estado do Maranhão vem declinando a sua participação relativa, passando de 41,60%, em 1970, para 26,84%, em 2001, o que se mostra consetâneo com a sua característica de Estado de emigração. Em oposição, os Estados de Rondônia, Mato Grosso e Amapá, embora ainda detenham reduzida participação no contingente populacional total, a ampliaram de forma significativa, despontando, dessa forma, como novas áreas de atração populacional. (PROJEÇÃO 3)Em termos da composição da população por sexo, observa-se um certo equilíbrio entre o número de homens e mulheres, representando o primeiro 50,4% do total populacional e o segundo, 49,5%. (PROJEÇÃO 4)Quanto à faixa etária, a população amazônica caracteriza-se como essencialmente jovem, uma vez que o contingente com menos de 20 anos de idade representa 51% do efetivo total, o que suscita a necessidade de fortalecimento de políticas públicas sociais direcionadas a esse segmento populacional, principalmente no que se refere à área educacional e de formação profissional.
Amazonia Legal